Ele defendeu a restrição do acesso ao programa para este público, argumentando que já existem outras políticas de assistência, como restaurantes populares.
Por outro lado, o deputado Merlong Solano (PT-PI) ponderou que as pessoas em situação de rua representam uma parcela pequena dos beneficiários do Bolsa Família.
Ele destacou que a dependência química é uma questão de saúde pública que deve ser tratada por políticas específicas, e não pela exclusão de famílias vulneráveis do programa de transferência de renda.
Edson Lima, do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, afirmou que o Bolsa Família tem como objetivo o combate imediato à fome, enquanto a dependência química é uma questão a ser abordada por outras frentes governamentais.