Lula e Alcolumbre se reúnem na casa de Alexandre de Moraes para jantar de reaproximação

06/08/2026
Lula, Alcolumbre, Moraes e Zanin participaram de jantar na casa do vice-presidente da Suprema Corte Montagem: Ricardo Stuckert/PR – 29.07.2026; Pedro Gontijo/Presidência do Senado – 21.05.2025; Gustavo Moreno/STF – 03.08.2026; Fellipe Sampaio/STF – 21.08.
Lula, Alcolumbre, Moraes e Zanin participaram de jantar na casa do vice-presidente da Suprema Corte Montagem: Ricardo Stuckert/PR – 29.07.2026; Pedro Gontijo/Presidência do Senado – 21.05.2025; Gustavo Moreno/STF – 03.08.2026; Fellipe Sampaio/STF – 21.08.
Em um movimento estratégico de articulação política, os presidentes da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), reuniram-se na noite dessa terça-feira (4), na casa do ministro e vice-presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.

Além do anfitrião, participou do encontro o também ministro do Supremo Cristiano Zanin. A reunião, confirmada pelo R7, marcou a retomada das conversas diretas entre os chefes dos Poderes Executivo e Legislativo, após um período de afastamento.
 

Interlocutores que acompanharam o encontro detalharam que a reunião teve um caráter institucional e interpessoal, bem como a caracterizaram como um “jantar de reaproximação e trégua”.

Apesar disso, assuntos politicamente sensíveis e pautas legislativas polêmicas não entraram na conversa das autoridades, segundo apurou a reportagem.

O objetivo foi reabrir os canais formais de comunicação e desfazer ruídos acumulados ao longo dos últimos meses entre o Palácio do Planalto e a presidência do Congresso Nacional.

Para saber mais e receber notícias em tempo real, acompanhe o Bananeiras Online também no instagram, facebook, twitter e youtube

Após o jantar, aliados de ambos os lados também avaliaram que o caminho está aberto para um diálogo permanente no ambiente parlamentar pelos próximos meses.

Conexão estremecida

A relação entre Lula e Alcolumbre começou a estremecer em novembro passado, motivada pela indicação do advogado-geral da União Jorge Messias à vaga aberta no STF após a aposentadoria do ex-ministro da Corte Luís Roberto Barroso.

O ponto crítico se deu com a rejeição pelo Senado do indicado pelo presidente, o que representou um duro golpe para o Palácio do Planalto. A partir dali, interlocutores de ambos os lados entraram em campo para tentar selar uma trégua e reaproximar os dois políticos.

Por Gabriela Coelho, do R7, em Brasília




Outras Notícias