
Ryan disse que há uma tendência de baixa nos casos nas Américas. Além disso, ele parabenizou as equipes na linha de frente no Brasil pelo que tem sido “uma luta muito longa” contra a doença. Mas fez um acréscimo, dizendo que fala a partir de exemplos de outras nações: “o fato de que a doença está desacelerando não significa que ela não vá ganhar força de novo”.
Com isso, a autoridade insistiu que se mantenha a vigilância, lembrando também que o País é muito grande, por isso um recuo no número geral não significa a ausência de regiões com quadros mais graves de contaminações.
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Por Estadão Conteúdo
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