
O ministério disse que foi informado do ataque pela PF "por questão de segurança nacional", e que o fato foi "devidamente comunicado ao presidente da República".
Procurado, o Palácio do Planalto disse que por enquanto não vai comentar.
A Polícia Federal prendeu na terça-feira três homens e uma mulher suspeitos de terem realizado ataques cibernético contra os telefones celulares de autoridades, incluindo do ministro da Justiça, Sergio Moro. [nL2N24P127]
Integrantes da PF que participam das investigações disseram que, nas operações de busca e apreensão realizadas junto com as prisões na terça, foi detectado que 1 mil números de telefone podem ter sido alvos de ciberataques dos suspeitos.
De acordo com a PF, os hackers também podem ter invadido o celular do ministro da Economia, Paulo Guedes, cuja assessoria informou nesta semana que teve o aparelho hackeado.
As prisões dos suspeitos aconteceram em São Paulo, Araraquara (SP) e Ribeirão Preto (SP), de acordo com a decisão do juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal do Distrito Federal, de prender os suspeitos por cinco dias.
Jornal do Brasil
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