
Entre as dificuldades possíveis para a prorrogação do benefício, estão a aprovação do Congresso - já que o valor de R$ 600 está previsto em lei - além da renovação do estado de calamidade, que vence em dezembro. Para isso, seria necessária uma nova votação na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.
O benefício também enfrenta resistência na própria equipe econômica do governo. De acoroo com o assessor especial do ministério, Guilherme Afif, "com certeza o auxílio terá um valor menor do que o atual".
Ainda segundo a reportagem, Bolsonaro avalia parcelas entre R$200 e R$300 para ajudar a frear a crise pós-pandemia além de evitar uma possível crise na popularidade do presidente. Sobre os recursos, é possível que o governo utilize recursos de emissão de dívida.
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