
As cidades de Cajazeiras, Catolé do Rocha, Coremas e Esperança, conhecidas pelas festas de carnaval no interior paraibano, decidiram manter a folia em 2016 mesmo em meio à crise. As gestões municipais anunciaram cortes de despesas e pediram ajuda da iniciativa privada.
A prefeitura de Cajazeiras, que intitula seu carnaval como o maior da Paraíba, informou que o maior gasto da festa fica com empresários parceiros, que, em contrapartida, cobram o valor simbólico de R$ 10 pelo ingresso por cada noite de festa. "A gente teve a sabedoria de entregar ao setor privado para evitar gastos que não condizem com a realidade da prefeitura", disse o chefe do departamento de Turismo do município, Crispim Filho.
Para garantir a festa, a administração municipal entra com a infraestrutura, limpeza pública e os serviços básicos de saúde. A folia na cidade começa no dia 5 de fevereiro e vai até o dia 9, na Agrovila. As principais atrações são Aviões do Forró, Simone e Simaria e Terra Samba.
Outro carnaval tradicional no Sertão paraibano que ‘entregou‘ a festa à iniciativa privada foi o deCatolé do Rocha. O chefe de gabinete da prefeitura, Hugo Maia, confirmou que o evento vai acontecer com toda estrutura necessária e com custo baixo para a gestão municipal.
"Desde novembro do ano passado nós iniciamos as conversas com empresários. Ficou decidido que eles vão bancar as bandas e a prefeitura entra com a estrutura. As empresas ganham os camarotes e divulgação durante o evento. Foi a forma que encontramos para não deixar de fazer, já que o carnaval é importante porque gira a economia local", afirmou o chefe de gabinete.
Para garantir a festa, a administração municipal entra com a infraestrutura, limpeza pública e os serviços básicos de saúde. A folia na cidade começa no dia 5 de fevereiro e vai até o dia 9, na Agrovila. As principais atrações são Aviões do Forró, Simone e Simaria e Terra Samba.
Outro carnaval tradicional no Sertão paraibano que ‘entregou‘ a festa à iniciativa privada foi o deCatolé do Rocha. O chefe de gabinete da prefeitura, Hugo Maia, confirmou que o evento vai acontecer com toda estrutura necessária e com custo baixo para a gestão municipal.
"Desde novembro do ano passado nós iniciamos as conversas com empresários. Ficou decidido que eles vão bancar as bandas e a prefeitura entra com a estrutura. As empresas ganham os camarotes e divulgação durante o evento. Foi a forma que encontramos para não deixar de fazer, já que o carnaval é importante porque gira a economia local", afirmou o chefe de gabinete.
A folia em Coremas, no Sertão, é toda custeada pelo poder público, mas a festa que já teve a banda de renome nacional Biquíni Cavadão como atração em 2014 vai ser tímida em 2016, segundo o próprio prefeito, Antonio Carlos Cavalcanti (PSDB).
De acordo com o prefeito, a queda do valor repassado pelo Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e os constantes atrasos de recursos federais apertaram as contas municipais. "Ano passado gastamos R$ 400 mil e agora investiremos, no máximo, R$ 150 mil. Nossa preocupação é pagar os salários em dia", disse.
O prefeito ainda reclama que o repasse para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) tem ‘matado‘, segundo ele, os cofres da administração. "Faremos um carnaval simples, pés no chão e com atrações baratas. Pagaremos R$ 7 mil de cachê. Se não quiserem, não posso fazer nada", diz. Até agora, a prefeitura confirmou as bandas Samba da Elite e Netinho Lins, que tocarão nos quatro dias de festa.
Os cortes também chegaram ao carnaval do município de Esperança, no Agreste, que promove uma das maiores festas da região. O prefeito Anderson Monteiro (PSC) informou que em 2015 a prefeitura gastou R$ 325 mil e agora deve investir R$ 200 mil. De acordo com a programação divulgada pela prefeitura, no sábado (6) haverá bloco com a banca Bereguedê. No domingo (7) será o Bloco das Lias, com a Banda Feras. Na segunda-feira (8), bloco Mulher Macho Sim Senhor, com Nagibe e encerrando a programação na terça-feira (9), o bloco da Saudade com o cantor Ramon Schnayder. Ainda haverá shows das bandas Eclipsamba, Fixação e Sambagueto.
"Temos condições, apesar da crise, de realizar o carnaval graças aos cortes que estamos fazendo em todos os setores. A festa é tradicional e não fazer seria uma loucura. Vamos trazer atrações mais baratas, porém garantimos que a festa será a melhor possível", enfatizou Anderson Monteiro.
Já a prefeitura de Patos no Sertão paraibano, decidiu cancelar o apoio financeiro dado a festa de carnaval da cidade, tradicionalmente conhecida pelos blocos. De acordo com a administração municipal, a decisão foi tomada por causa da crise econômica enfrentada nos últimos meses.
g1
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