
Trata-se do Escala Fatorial de Ajustamento Emocional/Neuroticismo (EFN). O caso está na Promotoria do Patrimônio Público de João Pessoa, onde está se discutindo a possibilidade de anular o exame psicotécnico para realizar um novo psicotécnico.
“Desde abril deste ano que o Conselho não recomenda a adoção desse teste especificamente. Isso é incontroverso porque o próprio instituto depois de divulgado o resultado do exame psicotécnico, ele desconsiderou esse teste. Sendo que esse teste foi utilizado para aferir alguns critérios psicológicos que eram previstos no próprio edital. Então, com a exclusão do teste alguns desses critérios ficaram sem avaliação”, disse o promotor Carlos Romero, promotor de Justiça de Defesa do Patrimônio Público da Promotoria de Justiça dos Direitos Difusos de João Pessoa.
Uma reunião preliminar com o Ibade, Prefeitura de João Pessoa, Conselho Regional de Psicologia e candidatos foi realizada no Ministério Público e uma segunda audiência será realizada na próxima terça-feira, às 14h30. Segundo o promotor Carlos Romero, a audiência da terça-feira será conclusiva e resultará em um termo de ajustamento de conduta ajustando o concurso às normas do Conselho Federal de Psicologia. O Conselho Regional está acompanhando todo o processo.
O Ministério Público confirmou que vários candidatos foram prejudicados no exame psicotécnico e não puderam, inclusive, fazer os testes físicos que foram realizados posteriormente. O Ibade se comprometeu formalmente com o MPPB a não divulgar o resultado dos testes físicos, até se resolver como ficará o concurso.
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