
Fomos todos surpreendidos com o anúncio oficial do MEC, da Reforma do Ensino Médio no país. O MEC divulgou um documento com disciplinas que passariam a ser optativas: educação física, artes, filosofia e sociologia. Com essa (contra) reforma, apenas Português, Matemática e Inglês devem ser obrigatórias no fim do ciclo (atualmente são 13). As demais disciplinas serão escolhidas pelos alunos ou pela escola dentre cinco áreas de ênfase: Linguagens, Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Matemática e Formação técnico e profissional.
Além da polêmica retirada de disciplinas importantíssimas para a formação integral dos alunos, a (contra) reforma foi apresenta através de medida provisória, atropelado a possibilidade de discussão com os amplos setores envolvidos na educação. Do ponto de vista institucional, a MP ainda será analisada pelo Congresso e seu conteúdo ainda pode ser alterado por meio de votações na Câmera e no Senado, dentro do prazo de 120 dias, ou a MP deixa de ter validade legal. As polêmicas podem ser sintetizadas em 5 pontos controversos: flexibilização do currículos; carga horária ampliada; instituição via MP; confusão ou despreparo do governo e como serão as mudanças.
Para ler a coluna completa do professor Diogo Fernandes clique aqui
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