
Um grupo de trabalho, criado pelo Ministério da Educação, vai propor ações de inclusão de negros, pardos, indígenas e estudantes com deficiência em programas de Mestrado e Doutorado. A medida está em portaria publicada na edição desta terça-feira (15) do Diário Oficial da União.
Além do Mestrado e Doutorado, a portaria pretende incluir esses estudantes em programa de mobilidade internacional. O grupo tem o prazo de quatro meses para concluir as atividades.
O objetivo do MEC visa garantir o diálogo, a formulação, a implementação, o monitoramento e a avaliação de políticas públicas para a construção e a promoção da equidade de gênero. Além da divulgação de dados e indicadores, o comitê visa ao aperfeiçoamento de programas, projetos e iniciativas sobre o tema.
O grupo será formado por representantes de secretarias do Ministério da Educação, pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República e organizações como o Fórum Nacional de Educação Inclusiva, a Associação Brasileira de Pesquisadores Negros, a Comissão Nacional de Educação Escolar Indígena, a Educafro e a Associação Nacional de Pós-Graduando.
A coordenação será de responsabilidade da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), vinculada ao Ministério da Educação.
Bananeiras Online com Ministério da Educação e Agência Brasil
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