
A situação do ex-presidente da CBF, José Maria Marin, parece cada vez mais difícil. A justiça dos Estados Unidos quer cobrar R$ 40 milhões para liberar o dirigente para prisão domiciliar. A informação é do jornal O Estado de S. Paulo.
De acordo com a publicação, a multa terá o valor de R$ 28 milhões em dinheiro, somado ao confisco de um apartamento do ex-mandatário nos EUA, avaliado em R$ 10 milhões.
Caso seja confirmada a extradição, Marin terá o direito de recorrer normalmente, mas os advogados pretendem aceitar a ordem.
Ainda segundo a reportagem, o FBI deseja que o ex-presidente da CBF seja como José Hawilla, empresário dono da Traffic, que aceitou delação.
Band.com.br
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