
O Santos já concordou com o valor oferecido (e não revelado oficialmente pelo Tianjin Quanjian) pelo atacante Geuvânio. Porém, a venda ainda não foi feita porque o clube brasileiro quer receber também a quantia referente aos 35% dos direitos econômicos pertencentes ao grupo Doyen Sports.
Mas os chineses discordam da operação e ficaram incomodados com a postura santista. Conversaram com a empresa e pretendem pagar para ela 35% do montante.
A divergência acontece porque o Santos considera que o ex-presidente Odilio Rodrigues feriu o estatuto do clube ao negociar os direitos referentes ao jogador no final de seu mandato. Assim, a atual diretoria acionou um centro de arbitragem previsto em contrato para tentar anular a operação.
Vale lembrar que hoje a Fifa proíbe a participação de empresas e empresários em direitos econômicos de atletas.
UOL
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