Os agentes construíam identidades falsas completamente integradas, incluindo certidões de nascimento e passaportes brasileiros legítimos, permitindo-lhes atuar disfarçados e viajar para Estados Unidos, Europa e Oriente Médio.
Entre os casos revelados está Artem Shmyrev, que adotou a identidade de Gerhard Daniel Campos Wittich e manteve uma empresa de impressão 3D no Rio de Janeiro, além de um relacionamento amoroso e uma rotina aparentemente comum. A cobertura era tão convincente que até seus amigos e colegas desconheciam sua real origem.
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