
A jovem Maria de Fátima Gonzaga usou a rede social Facebook para reclamar dos organizadores da festa realizada na Praça do Xamegão, no Centro de Cajazeiras nessa quinta-feira (19), que teve como atração principal Marília Mendonça.
Maria de Fátima postou na rede um cartaz da festa, onde estava descrito preços dos ingressos, mas o curioso segundo ele, é que os estudantes foram considerados de “Baixa Renda”.
A cajazeirense discordou e criticou a organização da festa, além de questionar o que chamou de nova classe, na percepção dos grandes empresários.
A postagem foi rapidamente comentada e compartilhada por dezenas de pessoas que também não concordaram que estudantes sejam definidos nas festas de Cajazeiras como “Baixa Renda”.
Repercussão
Em um comentário Kelly Rolim indagou: “Tinha que levar um atestado de pobreza pra poder ser 30”.
Janielly Pereira tachou de “palhaçada”, a divisão social feita pelos organizadores.
Já Josafá Ferreira postou: “Bem vindo a Cajazeiras! Cidade onde o povo não é respeitado e sim humilhado”
O diretor da Cajatur, da prefeitura de Cajazeiras, Crispim Filho respondeu a reclamação da cajazeirense e justificou ser exigência do Procon da cidade sob pena de multa.
O outro lado
O empresário Erivan Morais confirmou que foi uma exigência do Procon e o valor de R$ 30 estava sendo cobrado para estudante e pessoas consideradas de Baixa Renda.
Segundo o empresário, a informação do Procon teria sido que as pessoas de Baixa Renda possuem uma carteirinha que atesta vulnerabilidade social. “Ninguém apareceu de Baixa Renda para compra ingresso”, disse o empresário
Procon
A reportagem procurou a coordenadora, Andréa Coutinho, que contestou as informações do empresário, mas adiantou que existe um decreto nacional que dá direito ao jovem de Baixa Renda.
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