
Os convênios foram firmados de 2002 para cá e tinham como objeto a construção de obras importantes para as cidades, como aterros sanitários, serviços de esgotamento e estações para tratamento de esgoto. Em todo o país, o cancelamento atinge 754 cidades, com recursos superiores a R$ 166 milhões.
Entre as cidades atingidas pelo cancelamento estão Campina Grande, Catingueira, Santa Helena, Ingá, Boa ventura, Pedra Lavrada, Soledade, Itabaiana, Araçagi, Várzea, São Mamede, Sossego, Uiraúna, Vieirópolis e Picuí. A lista completa pode ser vista no site da CNM.
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Nesta sexta-feira (05) a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) anunciou que pediu explicações ao Governo Federal sobre a medida. A justificativa para os cancelamentos é a falta de recursos no orçamento do órgão, de acordo com a CNM.
No entanto, ainda há uma luz no fim do túnel. A Funasa informou que existe a possibilidade de serem preservados os convênios que estão em execução física ou que tiverem apresentado o projeto de engenharia, celebrados de 2016 a 2018. Para salvarem as obras, porém, os municípios precisam procurar o órgão com urgência para informar que possuem projetos com a execução iniciada.
Por João Paulo Medeiros - Pleno Poder
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