
“O teste rápido é realizado naquelas pessoas que são sorteadas para o júri. As que não são sorteadas, aguardam o resultado porque eventualmente alguém pode testar positivo e precisar ser substituído. Hoje, foram 18 positivos. Não havia como realizar o júri”, explicou a magistrada ao ParlamentoPB.
Segundo ela, até setembro, o número de pessoas testavam positivo no momento do júri era de 1 ou 2, no máximo.
O caso que seria julgado hoje era o assassinato de Catarina Soares da Silva, cujo acusado é José Adailton de Oliveira Alves. O júri foi remarcado para janeiro.

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Por: ParlamentoPB
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