
O gestor também autorizou a convocação de voluntários para reforçar ações e realizar campanhas de arrecadação de alimentos para facilitar a assistência à população afetada pela seca.
De acordo com a publicação, a população de Bonito de Santa Fé é constituída, em sua maioria, por trabalhadores e pequenos proprietários rurais que têm na agricultura o meio de sobrevivência. Por conta da falta das chuvas, os moradores perderam plantios e vivem sob forte ‘tensão e comoção social’.
Agricultores teriam perdido cerca de 90% do milho e feijão plantados na região.Ainda segundo a portaria, o desastre cíclico contribuiu para intensificar a estagnação econômica e o nível de pobreza no semi-árido nordestino.
“O município de Bonito de Santa Fé, encontra-se encravado na região semi-árida mais densamente povoada, cuja seca provoca migrações contribuindo para fixar grande contingente populacional, altamente vulnerável, em verdadeiros bolsões de pobreza na periferia da cidade”, diz trecho.
O prefeito também prevê que as circunstâncias podem gerar problemas sociais graves e irreversíveis e considera doações de cestas básicas como medida para tentar reverter o quadro de desnutrição por falta de alimento, além de atendimento médico, o que segundo ele, vai comprometer ainda mais as finanças da cidade.
MaisPB
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