
Servidores do Tribunal de Justiça da Paraíba em greve desde ontem estão discutindo em na tarde desta quarta-feira (11) em assembleia geral, na sede da OAB, em João Pessoa, a nova proposta de aumento salarial feita pelo presidente do TJ, desembargador Marcos Cavalcanti. Segundo o tesoureiro da Astaj, a contraproposta ofertada eleva o percentual para 10%, em duas parcelas. Sendo 8,5% a partir de janeiro e 1,5% em outubro de 2016.
O TJ ofereceu ainda um incremento de 20% (vinte por cento) sobre o valor da gratificação de indenização de transporte aos Oficiais de Justiça que a ela fizerem jus, a partir do mês de maio/2016; e R$ 100,00 a mais no valor do auxílio alimentação para todos os servidores, com efeitos retroativos a fevereiro/2015, com pagamento no mês de dezembro deste ano.
A assessoria do TJ informou que caso a assembleia dos servidores não acate a nova proposta do tribunal, o presidente Marcos Cavalcanti deve pedir amanhã a ilegalidade do movimento. "O presidente deve acionar a assessoria jurídica para mover ação pedindo a ilegalidade do movimento", revelou
A possibilidade de decretação da ilegalidade da greve é um dos pontos de pauta discutido na assembleia da categoria.
Os servidores também fazem uma avaliação sobre o segundo dia do movimento e resultado da assembleia será levado ao conhecimento do presidente do TJ.
Os servidores reivindicam a fixação do percentual para a data-base equivalente ao acumulado da inflação para o presente ano de 2015; aumento salarial de 15%; incorporação dos auxílios alimentação e saúde aos vencimentos dos servidores, com observação da preservação do poder de compra dos atuais benefícios e pela reabertura dos editais de remoção.
Bananeiras Online com ClickPB
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