
Conselheiros enaltecem o papel de um Tribunal ágil e orientador
O vice-presidente do TCE, conselheiro Arnóbio Viana, entende que o Acompanhamento da Gestão e as emissões de alertas disso decorrentes são iniciativas que ressaltam o papel de uma Corte disposta à orientação e à reparação de males, antes que eles aconteçam.
“Estamos na fase de aperfeiçoamento desse novo modelo: o de um Tribunal que não deve ser um órgão meramente punitivo e que procura, portanto, orientar corriqueiramente para a boa gestão pública”, observa ele.
Não é outro o entendimento do conselheiro Nominando Diniz, presidente da 2ª Câmara do TCE. “Precisamos enxergar, cada vez mais, o acompanhamento da gestão e a emissão de alertas como auxílio indispensável aos nossos jurisdicionados”, considera. Ele chama a atenção, também, para o que prescreve em seu artigo 59, parágrafo 1º, a Lei de Responsabilidade Fiscal, a respeito dos alertas e seus objetivos.
“A vantagem das vantagens é a celeridade processual”, considera o conselheiro Marcos Costa (foto), coordenador da Escola de Contas Conselheiro Otacílio Silveira (Ecosil), órgão do TCE.
A seu ver, a possibilidade da imediata correção de rumos propiciada pelos instrumentos de acompanhamento das gestões públicas favorece o exame de contas já devidamente adequadas às normas legais, contábeis e orçamentárias com grandes benefícios para o Erário e a sociedade.
Bananeiras Online com Assessoria
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