
As investigações apontaram que a mulher realizou 218 atendimentos a internos do sistema penitenciário capixaba, a maioria em unidades de segurança máxima.
Entre os presos atendidos estariam integrantes e lideranças de facções criminosas como Comando Vermelho (CV), Primeiro Comando da Capital (PCC), Primeiro Comando de Vitória (PCV) e Associação Família Capixaba (AFC).
À polícia, a falsa advogada confessou ter fraudado o documento, mas negou participação em organizações criminosas.
A mulher disse à polícia que foi obrigada a se casar com um dos presos, sob ameaças de morte, e atender outros internos indicados por ele.
Na casa da suspeita, localizada na comunidade de Campo Acima, em Itapemirim, os policiais apreenderam a carteira falsa da OAB, bilhetes de detentos e documentos.
Ela vai responder pelos crimes de fraude, uso de documento público falso e participação em organização criminosa.
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