
No dia 5 deste mês, o julgamento foi adiado pela ausência de um jurado. Cassiano Gonçalo foi denunciado pelo Ministério Público pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. A defesa requereu a desclassificação do delito, para o homicídio privilegiado, afirmando que o réu sofreu ofensas que teriam motivado a morte da vítima, mas um parecer requereu a pronúncia do denunciado e o julgamento pelo Tribunal do Júri.
Na época em que o assassinato foi descoberto, a polícia informou que ele havia confessado a autoria do crime e disse que queria ficar com os bens da vítima. Maria do Socorro Gomes Freitas ficou desaparecida por uma semana, até que os policiais do serviço de inteligência receberam uma denúncia anônima de que ela estava enterrada dentro da própria casa. A mulher foi encontrada na despensa da residência.
Durante as investigações, uma vizinha da vítima disse que o genro morava na mesma casa dela havia pouco tempo, mas que a relação entre eles era marcada por conflitos. “Recentemente ela estava morando com a filha, o genro e um neto bebê. Com a filha ela tentava manter uma relação boa, mas, de um tempo pra cá, quando o genro veio morar junto, eles começaram a se desentender. Ela exigia que ele trabalhasse para sustentar a filha dela, mas ele não queria”, disse a amiga da família.
G1
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