
Em nota, o Ministério Público e as instituições parceiras afirmaram que o caso é conduzido com rigor técnico e respeito às vítimas, mas alertaram que vazamentos de informações e ações paralelas podem prejudicar as apurações e expor ainda mais crianças e adolescentes.
Segundo a nota, o tráfico humano dentro do próprio estado é uma prática criminosa que muitas vezes passa despercebida, mas causa impactos profundos, principalmente sobre pessoas em situação de vulnerabilidade. As autoridades reforçaram que o combate exige atuação conjunta e pediram que a população denuncie casos suspeitos, sempre preservando a dignidade das vítimas.
O nome de Hytalo Santos voltou a ganhar destaque após a publicação de um vídeo do influenciador Felca sobre a “adultização” de crianças nas redes sociais. Leia matéria completa aqui.
Por Victoria Lacerda e Rafaela Soares, do R7, em Brasília
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