
O corpo da pequena seguiu para o Instituto de Medicina Legal (IML) para exame de corpo delito. Os testes serão feitos para confirmar as agressões e os maus-tratos sofridos pela criança.
Abalado, o único tio da criança que acompanhou a bebê no hospital desabafou: “Acabou o sofrimento. A minha filha foi morar com Deus”, desabou o homem de 37 anos. Ele é irmão do pai da menina, preso desde segunda-feira (29/10), suspeito de agredir a filha, assim como a companheira.
A morte encefálica — ou cerebral, como é popularmente chamada — significa que as funções do cérebro foram terminadas de maneira irreversível. É a definição legal de morte e, uma vez constatada, ficam autorizados procedimentos como a doação de órgãos.
Múltiplas fraturas
Na sexta-feira, um ofício encaminhado pelo diretor do Hmib à Polícia Civil confirmou que Esther “apresentava sinais clínicos sugestivos de maus-tratos infantis, com múltiplas fraturas e queimaduras em face”. A criança respirava com a ajuda de aparelhos.
Os pais da criança estão presos desde terça-feira (30/10), acusados de maus-tratos, com aumento de pena pelos agravantes de lesão corporal grave e pelo fato da vítima ser menor de 14 anos. Em audiência de custódia, a Justiça determinou a prisão preventiva deles.
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