Cerca de 80 policiais civis participaram da operação e cumpriram 26 mandados de busca e apreensão. Além disso, foram bloqueadas contas bancárias de 15 investigados e seis armas de fogo e um veículo foram apreendidos.
Ainda de acordo com a investigação, a organização criminosa chegou a movimentar, somente em 2024, mais de R$ 45 milhões. Um mototaxista, que teria movimentado R$ 1 milhão, tentou quebrar o celular no momento da operação.
Entre os alvos da ação policial estão uma funcionária da Prefeitura Municipal de Queimadas, no Agreste da Paraíba, um policial militar e um advogado. Segundo a Polícia Civil, a funcionária da prefeitura seria esposa do preso e é comissionada no setor de transportes da prefeitura da cidade. Já o PM foi alvo de busca e é investigado por suposta colaboração do preso.
O g1 entrou em contato com a Prefeitura Municipal de Queimadas e com a Polícia Militar da Paraíba para obter respostas sobre o envolvimento dos citados ligados aos órgãos. Por meio da assessoria de imprensa, a Polícia Militar informou que a Diretoria Correcional, a corregedoria, está acompanhando o caso e vai abrir um procedimento interno para apurar do fato. A Prefeitura Municipal de Queimadas não retornou até a publicação desta matéria.
Por g1 PB