
Segundo apurou a Record TV, Marinésio teria assassinado Letícia após assediá-la. A vítima não aceitou o assédio e ele decidiu cometer o crime, abandonando o corpo de Letícia dentro de um matagal.
Ao Portal Correio, a delegada Jane Klébia, da 6ª Delegacia de Polícia Civil em Brasília, contou que além de Letícia, Marinésio confessou ter assassinado a diarista Geni Pereira de Sousa, em 12 de junho deste ano. Contudo, o paraibano pode estar envolvido em, pelo menos, outros nove crimes.
“Após ele ser preso e ter a imagem divulgada pela televisão, nove mulheres reconheceram Marinésio e procuraram delegacias de polícia aqui na região, prestando queixa por estupro. A maioria dessas vítimas não prestaram denúncia após os abusos por medo, mas tomaram coragem após ver que ele estava preso. Foram crimes que aconteceram entre 2017 e este ano”, disse a delegada.
Com a prisão de Marinésio e o aparecimento de mais vítimas, a polícia decidiu reabrir casos de estupro ou assassinato de mulheres que tenham ocorrido em um prazo de até dois anos e que não tiveram autoria definida para apurar se o paraibano pode estar envolvido.
Halan Azevedo
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