
Também foi determinado o sequestro de veículos, imóveis e valores financeiros, além dos mandados expedidos pela 3ª Vara Federal de Campo Grande.
De acordo com as primeiras informações, um dos alvos é dono de um motel em Ponta Porã e lá foi cumprido mandado de busca e apreensão. Ele é policial rodoviário federal e foi preso na casa dele, em Dourados. Um outro policial rodoviário federal foi preso em Rio Brilhante.
Armas e veículos foram apreendidos, assim como diversos aparelhos de celulares simples que o grupo utilizava para comunicação entre eles. Os telefones são conhecidos como ‘bombinhas‘.

Ainda segundo a polícia, o grupo é considerado de grande porte, teve bens e valores financeiros sequestrados e começou a ser investigado em julho de 2018, após a apreensão de um caminhão com 430 mil maços de cigarros contrabandeados oriundos do Paraguai.
No total, durante o transcorrer das investigações, foi realizada a apreensão de 19 carregamentos semelhantes (em caminhões ou carretas), com a prisão de 26 pessoas. Em uma contagem superficial, o prejuízo ao grupo com estas apreensões ultrapassam R$ 70 milhões.
Os policiais envolvidos no esquema recebiam propina para facilitar a entrada dos cigarros contrabandeados no Brasil e sua circulação nas estradas.
O nome da operação faz referência ao modo de atuação do grupo, que se utilizava de caminhões do tipo baú para realizar o transporte da carga de cigarros contrabandeados.
ClickPB
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