
Após ouvir mais de 30 pessoas, quebrar os sigilos financeiro, telefônico e telemático de Adélio, o delegado federal Rodrigo Morais e sua equipe não encontraram nenhum indício de que o autor da facada tenha agido a mando de outra pessoa ou grupo.
A PF também não encontrou nenhuma movimentação suspeita ao analisar as contas bancárias de Adélio. O único depósito em espécie, considerado anormal no período, era referente a um acerto trabalhista. O cartão de crédito internacional, encontrado na pensão onde ele se hospedou, nunca foi utilizado.
O órgão também confirmou que Adelio trabalhou em um açougue e como sushiman, o que indica perícia no manejo de facas. As investigações ainda confirmaram que o acusado estava em posse da arma meses antes do crime.
Um novo inquérito será instaurado para apurar novos fatos decorrentes das investigações. Na última quinta-feira, pediu à 3ª Vara Federal de Juiz de Fora a prorrogação do primeiro inquérito que investiga o atentado contra Jair Bolsonaro, que era de 15 dias, alegando a possibilidade de “encerrar diligências indispensáveis à finalização do procedimento”.
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