
Ainda conforme informações do delegado, ainda não há como determinar se o sangue no interior das seringas é humano. No entanto, foi constatado que não havia nenhuma doença no sangue examinado.
A pessoa que foi detida e conduzida à Central de Polícia Civil de Campina Grande foi ouvida pelo delegado e liberada em seguida. Segundo Henry Fábio, o homem explicou que estava indo para o Parque do Povo e não tinha nenhuma ligação com as seringas encontradas.
Até esta segunda-feira, 38 pessoas feridas por agulhas no São João de Campina Grande deram entrada ao Hospital de Trauma de Campina Grande, desde o dia 11 de junho. As vítimas afirmaram que foram furadas durante os shows no Parque do Povo e em um bloco junino no dia 2 de junho. A Polícia Civil abriu investigação sobre o caso e ouviu pelo menos 16 vítimas até a sexta-feira (15).
De acordo com a infectologista Priscila de Sá, os pacientes contaram que sentiram as furadas foram ao hospital em busca de ajuda. Segundo o Trauma, o número aumentou devido à repercussão dos primeiros casos divulgados.
Priscila de Sá, médica do Hospital de Trauma, informou que, após o atendimento, a equipe de saúde confirmou que havia marcas de agulhadas no corpo das vítimas, mas que ainda não há como saber se o instrumento utilizado estava com alguma contaminação ou não.
Do G1PB
Rio Paraíba registra forte correnteza e moradores se arriscam em ponte
Encerramento do 120º Conselho Regional de Obreiros em Bananeiras
Abertura do 120º Conselho Regional de Obreiros em Bananeiras