
Dos 26 governos estaduais e mais o Distrito Federal, oito pretendem punir policiais militares (PMs) que participarem das manifestações marcadas para 7 de setembro.
Dez governadores não deixam claro quais serão as suas condutas, enquanto dois afirmam que seus regimentos preveem a ida aos atos desde que sem farda, e sete não responderam ao questionamento, informa o jornal "O Globo".
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Os oitos estados que se comprometeram a punir oficiais e praças que participarem das manifestações são: Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Paraíba, Piauí, Roraima e São Paulo. Rio Grande Sul e Distrito Federal não vão impedir manifestações.
Atos no 7 de setembro
Nas últimas semanas, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem convocado apoiadores para manifestações no feriado de 7 de setembro. Em 22 de agosto, Bolsonaro chegou a encaminhar mensagens no aplicativo WhatsApp alertando apoiadores para um "provável e necessário contragolpe" e pedindo que os "direitistas" se manifestem no feriado.
No dia seguinte, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afastou o chefe do Comando de Policiamento do Interior-7, coronel Aleksander Lacerda, da Polícia Militar do estado de São Paulo (PMSP), por indisciplina. O coronel, que comandava cerca de 5.000 pessoas de sete batalhões da região de Sorocaba, havia feito publicações nas redes sociais convocando seguidores para atos no 7 de setembro, com críticas e ofensas direcionadas aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), ao presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) e ao governador de São Paulo.
Nessa sexta-feira (3), Bolsonaro disse que dia 7 será um "ultimato" para dois ministros do STF: "Não podemos admitir que uma ou duas pessoas, usando da força do poder, queiram dar outro rumo ao nosso país. Essas uma ou duas pessoas precisam entender o seu lugar. O recado de vocês nas ruas, na próxima terça-feira [7], será um ultimato para essas duas pessoas".
O presidente não disse a quem se referia especificamente ao falar em ultimato, mas recentemente Bolsonaro tem concentrado críticas aos ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso, que também é presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). (com agência Sputnik Brasil).
Por JORNAL DO BRASIL
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