
O PMDB confirmou na tarde desta terça-feira (29) a ruptura com o governo de Dilma Rousseff.
Os seis ministros do partido, assim como membros da sigla que ocupam postos no governo, devem deixar o cargo até o próximo dia 12 de abril. Na noite de ontem, o então ministro do Turismo Henrique Alves se antecipou ao posicionamento oficial da sigla e pediu demissão.
A decisão de hoje foi feita por aclamação. O vice-presidente Michel Temer (presidente do PMDB) e os ministros não participaram da reunião de hoje, comandada pelo senador Romero Jucá (RR).
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"A partir de hoje, dessa reunião histórica, o PMDB se retira da base do governo Dilma Rousseff. Ninguém está autorizado a exercer qualquer cargo federal em nome do PMDB", disse Jucá.
Além da vice-presidência do Executivo e do comando da Câmara e do Senado, o PMDB também controla a maior bancada do Congresso. Sem o apoio do partido, o risco do fim de mandato de Dilma aumenta.
Debandada
O temor atual do Executivo é que a saída do PMDB possa, a partir de agora, provocar a saída de outras legendas da base aliada, como o PRB e o PP.
Em entrevista a veículos de imprensa estrangeiros, o ex-presidente Lula disse que a estratégia do PT daqui para frente será o de atrair setores do PMDB que ainda são simpáticos à presidente Dilma.
Em 2003, quando Lula foi eleito, integrantes do PMDB ocuparam postos do governo, mesmo sem a sigla ter aderido formalmente .
Rita Azevedo, de EXAME.com
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