
A decisão foi informada pelo ministro de Comunicações, Prakash Javadekar, neste sábado, 2, mas já havia sido tomada na sexta-feira. É a primeira vacina a ser aprovada na Índia, que está atualmente realizando simulações para entender a logística de distribuição.
De acordo com o ministro, outras três vacinas estão aguardando aprovação: a Sputnik V, da Rússia, além de outros duas, menos badaladas — a ZyCov-D, da Zydus Cadila, e a Covaxin, da Bharat Biotech, uma empresa local.
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A Índia se prepara agora para iniciar um complexo programa de imunização, em um país marcado pela baixa infraestrutura logística, com carência de meios eficazes de transporte.
Para contornar o problemas, uma das alternativas atualmente consideradas pelas autoridades e alguns executivos de grandes empresas da indústria alimentícia está em utilizar a mesma rede de armazenamento a frio que hoje é empregada no transporte de inseminação artificial de gado — principalmente para as vacinas que necessitam de armazenamento específico.
O desafio deve ser semelhante no Brasil, principalmente algumas das vacinas, como a da Pfizer, requerem resfriamento em temperaturas baixíssimas, de -70°C. Os imunizantes produzidos pela AstraZeneca e pela Moderna pedem condições mais “amenas”, entre 2°C e 8°C.
Por Thiago Lavado - Exame
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