Marina Caskey, sergipana de Aracaju, mora nos Estados Unidos. Participou da pesquisa conduzida pela Universidade Rockfeller, em Nova York. A pesquisa consistia em injetar uma dose do anticorpo ‘3BNC117’ em 17 pacientes Soropositivos e 12 Soronegativos.
HIV É REMOVIDO DE CÉLULAS POR MEIO DE EDIÇÃO GENÉTICA
Cada grupo teve uma reação diferente ao medicamento. Os portadores de HIV tiveram, em uma semana, uma redução da carga viral no organismo de até 99%. O efeito, no entanto, não foi duradouro. O corpo humano, não conseguindo produzir esse anticorpo normalmente, acabou cedendo, e o vírus voltou a se desenvolver gradualmente.
No público soronegativo o objetivo era verificar se haveria algum tipo de reação que pudesse prejudicar o organismo e, ao mesmo tempo, o anticorpo. Nada disso aconteceu.
A cientista está muito feliz com os resultados dos testes. “Estamos mostrando que este tipo de drogas tem atividade em pessoas com HIV que não estão em tratamento. É a primeira vez que isso acontece”, comemorou a sergipana.



