
Diferente da greve propriamente dita, o estado de greve funciona como um alerta institucional. Durante este período, os policiais permanecem em seus postos, mas iniciam uma série de mobilizações coordenadas, que podem incluir:
Se a paralisação for confirmada nas próximas semanas, o impacto será sentido em áreas sensíveis do governo. Operações de combate ao crime organizado e à corrupção podem sofrer atrasos significativos. Além disso, o atendimento ao público em delegacias da PF deve ser restringido a casos de extrema urgência.
A Fenapef destaca que a categoria busca o reconhecimento do seu papel estratégico na segurança pública e que o governo tem "empurrado com a barriga" soluções orçamentárias. Por outro lado, o Ministério da Gestão e da Inovação tem alegado limitações impostas pelo Arcabouço Fiscal para conceder os reajustes solicitados.
Uma nova rodada de assembleias deve ocorrer nos próximos dias para avaliar se houve avanço nas propostas do Executivo ou se a categoria avançará para a interrupção total das atividades.
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