
Diversas missões científicas aproveitaram a passagem do 3I/ATLAS para coletar dados valiosos. As missões JUICE e Europa Clipper, da ESA e NASA, analisaram sua aproximação a Júpiter e suas luas, enquanto a Juno monitorou alterações na trajetória e no comportamento do cometa.
Além disso, a sonda MAVEN, em órbita de Marte, identificou átomos de hidrogênio presentes no cometa e capturou imagens detalhadas da coma em ultravioleta.
Essas análises são essenciais para entender a origem interestelar do 3I/ATLAS e os processos que moldam cometas tão antigos.
O que esperar nos próximos meses?
Após o ponto de máxima aproximação com a Terra, o 3I/ATLAS seguirá sua rota de saída do Sistema Solar. Sua trajetória poderá ser ligeiramente alterada quando passar próximo a Júpiter em março de 2026, devido à força gravitacional do planeta.
Para astrônomos e entusiastas, este é um momento único de observação, oferecendo insights sobre a composição química, estrutura e dinâmica de cometas interestelares.
Do R7
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