
Segundo o oficial, apesar do avanço significativo registrado na década de 1980, com o domínio do ciclo do combustível nuclear em 1988, os anos seguintes foram marcados por desinteresse político, agravado pelo Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP). A retomada das prioridades do programa só ocorreu a partir de 2008, com a Estratégia Nacional de Defesa e o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), mas as dificuldades orçamentárias persistem, sobretudo entre 2015 e 2025, em um cenário político fragmentado que compromete a continuidade de políticas estruturantes.
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O artigo também expõe o que chama de “descompasso estrutural” entre o discurso oficial de apoio e o efetivo compromisso financeiro do governo, apontando para a vulnerabilidade dos projetos estratégicos a cortes e revisões de última hora. Em contraponto, destaca-se a fala do Almirante Olsen, comandante da Marinha, que em 2023 reconheceu o compromisso do presidente Lula com o programa de submarinos.
Para ler a matéria completa e conhecer todos os detalhes desse importante debate sobre defesa nacional, acesse o site da Revista Sociedade Militar.
Por Portal de Prefeitura
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