
A empresa afirma que, caso sua recuperação não seja aprovada, precisará decretar falência. Nesse caso, ela argumenta que a venda de seus bens só cobriria 0,2% de sua dívida, por isso a maioria dos credores ficaria sem pagamento.
Em nota enviada à reportagem, a 123Milhas reforçou que continua a operar. Leia o posicionamento completo da empresa:
"A recuperação judicial do Grupo 123, composto pelas empresas 123Milhas, Maxmilhas, Art Viagens (HotMilhas), Novum e LH Lance Hotéis, foi aprovada pela Justiça e garante que todos os credores, sejam eles clientes, fornecedores ou colaboradores, sejam tratados com igualdade e transparência. Este é o caminho criado e acompanhado pela Justiça para empresas economicamente viáveis, mas que entraram em dificuldades financeiras em razão de um evento extraordinário, possam funcionar e gerar receita para honrar seus compromissos e pagar suas dívidas. As empresas do Grupo 123 estão operando e, desde o pedido de Recuperação Judicial, já embarcaram quase 3 milhões de pessoas, aumentando continuamente sua receita e reforçando sua confiança junto aos seus clientes e parceiros".
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