
Segundo consta na documentação apresentada na Justiça, alguns candidatos que foram eliminados teriam entraram com recurso administrativo. Thayná alegou que tal recurso estaria em total desacordo com as normas previstas no edital, que prevê recursos deveriam ser interpostos pelo site da CPCON. De acordo com Thyaná, estes recursos foram protocolados fisicamente.
O edital prevê ainda que recursos interpostos por meio não previsto nele, não seriam aceitos e nem avaliados. Mas, de acordo com Thayná, não foi o que ocorreu na prática.
Ainda de acordo com a candidata, as pessoas que entraram com o recurso foram as mesmas que teriam se identificado na redação, o que, segundo o edital, previa a nulidade da prova, caso fosse constatado alguma forma de identificação.
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