
O advogado elencou contradições do ex-ajudante de ordens ao longo dos depoimentos prestados no âmbito da delação. Juca citou que Cid “lembrou”, somente 15 meses após o início do acordo, o suposto fato de que o general teria entregue dinheiro para financiar uma tentativa de golpe.
“É um escândalo ele esquecer esse detalhe. Não estamos falando de um relógio, de um brinco. Estamos falando da entrega de um dinheiro para financiar um golpe de estado. Vai se dar credibilidade a esse réu colaborador, que mente descaradamente o tempo inteiro? Não é possível. Meu cliente está preso com base na delação dele. Foi esse fato que trouxe a prisão do meu cliente. É um irresponsável esse tenente-coronel Mauro Cid. É um irresponsável para ser educado”, pontuou o advogado.
Por Pablo Giovanni, Manoela Alcântara, José Augusto Limão - Metrópole
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