
“Está positivada a necessidade da prisão domiciliar, ensejadora dos cuidados indispensáveis ao monitoramento, em tempo integral, do estado de saúde do ex-presidente, que se acha, comprovadamente, sujeito a súbitas e imprevisíveis alterações perniciosas de um momento para o outro”, afirmou o procurador-Geral da República, Paulo Gonet.
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Nesta semana, o hospital particular DF Star, onde Jair Bolsonaro está internado desde 13 de março, informou ao STF que o ex-presidente não apresenta sinais de infecção generalizada nem de instabilidade e que apresenta recuperação progressiva.
Ainda segundo o relatório hospitalar, a situação atual do paciente é de melhora clínica e radiológica da pneumonia, com “estabilidade hemodinâmica”; suspensão do uso de oxigênio; diminuição da sensação de falta de ar; normalização dos biomarcadores inflamatórios; e diminuição do quadro de cansaço.
Entretanto, Bolsonaro continua a fazer tratamento com antibióticos e deve permanecer sob monitoramento clínico por período de sete a 14 dias, a princípio.
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