
Ricardo disse ainda que o momento é de todos se reinventarem, e a área política também deve fazer o mesmo. Ele lembrou que o processo eleitoral começa muito antes do dia da votação e até mesmo da campanha. Por isso que crê que pensar prioritariamente em salvaguardar vidas e a economia é o principal foco neste momento, para só depois pensar em eleições.
"Nós estamos em um caos de calamidade. Ninguém sabe o tamanho da quebradeira e do estrago financeiro depois disso. Como se pode pensar em um processo e dizer que vai violar a normalidade, ora o tramite democrático não pode se sobrepor a realidade então não será democratico será autoritário."
E continuou: "Não sabemos quem estará vivo. Como podemos pensar nos anéis se não saberemos nem se teremos dedos? Não podemos entrar no achismo. O direito tem o princípio da dignidade humana. Como podemos pensar em gastos diante desse caos?"
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