
O PL (Partido Liberal), que chegou a apoiar uma emenda ao texto que ampliava a jornada para 52 horas semanais, tentou atrasar a votação da matéria. No início da semana, o líder do partido na Casa, Sóstenes Cavalcante (RJ), disse que a legenda apoiaria a proposta apresentada por Erika Hilton.
Internamente, o anúncio foi visto como uma forma de tumultuar o debate e constranger o governo federal, que deixaria de apoiar um texto mais favorável aos trabalhadores em nome do acordo firmado com o presidente da Câmara.
Em primeiro turno, dos 22 deputados que rejeitaram o projeto defendido pelo Palácio do Planalto, 11 eram do PL:
Já o Novo orientou que todos os parlamentares do partido votassem contra a PEC. Em primeiro turno, os quatro deputados do grupo que estavam presentes votaram em “não”:
Nesse partido, também foi contabilizada uma obstrução, do deputado Luiz Lima (RJ).
O União Brasil registrou duas rejeições à PEC:
Assim como o União, o MDB (Movimento Democrático Brasileiro) teve dois parlamentares contra o texto:
Em outras três legendas, um congressista se posicionou contra a diminuição da escala:
No PT (Partido dos Trabalhadores), sigla da base governista, todos os 65 deputados presentes no Plenário da Câmara votaram a favor da PEC.
Além disso, foram registradas 18 ausências na sessão:
À exceção de Fausto Pinato (União-SP), que mudou de voto no segundo turno, e dos ausentes, todos os demais mantiveram o posicionamento adotado na primeira votação.
Os 33 ausentes no segundo turno foram:
Confira o placar:

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