Segundo o Avante, a pré-candidatura reforça o objetivo de apresentar ao país uma alternativa “mais humana, equilibrada e conectada às necessidades reais dos brasileiros”. Reconhecido por livros sobre autoajuda, psicologia e inteligência emocional, Augusto Cury é um dos autores brasileiros mais lidos no mundo, com obras publicadas em dezenas de países.
Após a filiação, Cury afirmou que conversou com diferentes lideranças políticas antes de ingressar no Avante, como o ex-presidente Michel Temer; o presidente do PSD, Gilberto Kassab; e os deputados federais Aécio Neves (PSDB-MG), Marcel van Hattem (Novo-RS), Marcos Pereira (Republicanos-SP) e Renata Abreu (Podemos-SP).
– Queridos amigos, agradeço a todos os políticos com quem tive a oportunidade de conversar e que me receberam de forma calorosa, respeitosa e entusiasmada, como o ex-presidente Michel Temer, Gilberto Kassab, Marcos Pereira, Aécio Neves, Renata Abreu, pastor Everaldo, Aldo Rebelo, Suêd Haidar, Marcel Van Hattem, entre outros que, mesmo não citados aqui, têm grande relevância – declarou.
No início de março, Cury já havia anunciado que tinha intenção ser candidato à Presidência da República no pleito deste ano. O anúncio tinha sido feito no perfil do escritor nas redes sociais e detalhado em uma coletiva de imprensa realizada em São Paulo. Na ocasião, o psiquiatra disse que aguardava ser convidado por algum partido político para concretizar a ideia.
Conhecido na área da autoajuda e desenvolvimento pessoal, o autor afirmou que gostaria de ser procurado por partidos para “conversar sobre projetos e não sobre pessoas ou ideologias”. Entre as propostas que pretende apresentar está o “Projeto Brasil – 2027 a 2050”, um plano com diretrizes para áreas como economia, educação, tecnologia e aplicação de inteligência artificial em políticas públicas.
Cury também afirmou na época que, caso sua candidatura se consolidasse, ele buscaria uma gestão estratégica voltada à pacificação e ao enfrentamento dos desafios estruturais do país, defendendo que o exercício do poder público deve estar acima de disputas partidárias.
– Se realmente me apresento como pré-candidato, é na certeza de entregar toda a minha experiência, valores, princípios e propósitos na tentativa de pacificar o nosso país, que é de dimensões continentais e necessita, portanto, de uma gestão estratégica para vencer as dificuldades que hoje o Brasil atravessa – declarou.
Paulo Moura - Pleno News