
“Em entrevista à jornalista Leda Nagle, o deputado cogitou uma nova edição do Ato como uma resposta a uma possível radicalização da esquerda, afrontando diretamente os ditames constitucionais e democráticos pátrios”, disse Frei Anastácio.
Perda do mandato
Frei Anastácio recorda que “o AI-5 desumanizou o Brasil. Foi o tempo mais sombrio que o povo brasileiro vivenciou. O Congresso foi fechado, mandatos eletivos foram cassados, os direitos políticos foram suspensos, juízes e funcionários públicos foram demitidos, houve perseguição contra as igrejas e ocorreram mortes desenfreadamente”, relembrou.
O parlamentar afirma que a sugestão feita por um novo AI-5 é um atentado à vida do brasileiro e da brasileira. Mais uma vez um ente da família Bolsonaro declara o extermínio da nossa Constituição Federal e da nossa Democracia.
“É inaceitável, inadmissível e repugnante ver um parlamentar eleito pelo voto popular fazer apologia ao crime e a defesa da volta da ditadura. Diante disso, defendo a punição pela perda de seu mandato, medida que será analisada pelo Conselho de Ética da Câmara”, afirmou.
Afronta à Constituição
As declarações do deputado líder do PSL, segundo Frei Anastácio, é uma afronta à Constituição, ao Estado democrático de direito e assegura ainda mais os exemplos fascistas e com um passado de arbítrio, censura à imprensa, tortura e falta de liberdade. “Se o líder do partido e filho do Presidente da República faz declarações como essas, em rede nacional de TV, é porque já existe orquestrações sobre o assunto no clã Bolsonaro. O Brasil tem que ficar em alerta. A Democracia está em risco”, advertiu.
pbagora
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