
O senador Raimundo Lira (PMDB-PB) está na Paraíba desde o final de semana e tem atendido convites para entrevistas em emissoras de rádio e TV, detalhando sua atuação parlamentar no Senado Federal. Nas entrevistas, a pedido dos jornalistas, ele comenta, sobretudo, os trabalhos da Comissão do Impeachment do Senado, da qual é presidente.
Convidado pelo PMDB e eleito por unanimidade para assumir a condução dos trabalhos da Comissão do Impeachment, Raimundo Lira disse que, desde o início, sabia dos desafios que viriam pela frente. “Sempre que eu assumo uma responsabilidade, eu me dedico com força, com alma, espírito, dedicação total”.
Com a satisfação do dever cumprido, Lira disse estar feliz com o resultado do trabalho da comissão. Ele detalhou o esforço que tem feito para garantir o andamento dos trabalhos, com reuniões que chegaram a se estender por até 12 horas.
Como recompensa, Lira observou que, ao término da primeira etapa dos trabalhos, foi consagrado pelos colegas senadores, que o elogiaram por sua dedicação, empenho, imparcialidade, ética e responsabilidade, o que, inevitavelmente, contribuiu para elevar a imagem da Paraíba em nível nacional, conforme destacaram seus colegas.
Equilíbrio, Transparência e Responsabilidade – Raimundo Lira garantiu que procurou cumprir rigorosamente o Regimento do Senado, agindo com equilíbrio, transparência e responsabilidade. Como presidente do colegiado, ele disse que deu amplo direito de defesa à presidente afastada Dilma Rousseff (PT) e teve toda uma preocupação de não permitir que a maioria dos parlamentares sufocasse a minoria.
Para não tirar o foco da imparcialidade e manter seu comportamento suprapartidário, Lira revelou que rejeitou convites para encontros com algumas pessoas envolvidas direta e indiretamente no processo. Ele acredita que a sua decisão será vista como precedente histórico, e um modelo a ser seguido.
Próximos Passos – Lira confirmou que a Comissão volta se reunir dia 2 de agosto, para fazer a leitura relatório do Senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), e que no dia 03 acontecerá a discussão do relatório. Pelo calendário definido, o relatório será votado na comissão no dia 04 e a votação em plenário ocorrerá no dia 09 de agosto, já sob a presidência do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski.
Bananeiras Oline com Assessoria
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