
O presidente do PSL na Paraíba, deputado Tião Gomes, garantiu que nenhuma proposta de mudança no sistema político do país em tramitação no Congresso Nacional prejudicará o seu partido. A ameaça ao PSL e outras legendas pequenas – a exemplo de Pros, Psol e PTdoB – está na aprovação de matérias que determinam cláusulas de barreira e o fim das coligações para eleições proporcionais.
Ao defender seu partido, Tião dispara contra as grandes siglas partidárias: “O PSL não vai acabar. Quem vai acabar são os grandes partidos. O PT, o PSDB, o PMDB, o PP, estes vão se acabar porque os grandes partidos são a sujeira e a corrupção que existem neste país”, disse o parlamentar.
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Tião acredita que a crise política atual provocará efeito contrário em pequenas legendas: “Os pequenos partidos, como o PSL, pelo contrário, vão crescer, porque não existe nenhuma pessoa nossa envolvida na Laja Jato. Nós somos um partido em evidência e muitos pré-candidatos querem vir para o PSL porque somos limpos […] Quem criou tudo isso que está aí não foi o PSL, não”, defendeu.
Maconha e aborto – Embora seja pessoalmente contra a liberação da maconha e do aborto, Tião Gomes afirma que não condena uma parte do partido que apóia estes temas: “Eu nasci e me criei num mundo conservador, mas o PSL não é Tião, o PSL é grande e eu não vou ser contra quem quer defender […] Eu acho que nós temos que abrir espaço para todos os movimentos. O PT já foi assim, o PSOL também. Para crescer, o partido precisa da juventude e o PSL está dando esse passo inicial, de abrir o partido para a juventude”, disse.
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