
A investigação começou sendo controlada no âmbito da Justiça Federal, mas o ministro Dias Toffoli determinou, no final de 2025, que a competência sobre as investigações do Banco Master seriam da Suprema Corte, devido a um contrato imobiliário encontrado com Daniel Vorcaro, dono do Master, em nome do deputado Federal João Carlos Bacelar (PL-BA), que tem foro privilegiado.
A Operação Compliance Zero, nome dado pela PF à investigação, mira um esquema que teria criado títulos de crédito que não teriam lastro real e são vistos como fictícios para movimentar grandes somas entre empresas do grupo Master e o BRB, supostamente criando ativos que depois foram negociados como legítimos.
Do R7
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