
O deputado estadual, Tião Gomes (PSL), denunciou na manhã desta quarta-feira (03), durante sua fala na Tribuna da Assembleia Legislativa, o que ele tachou como uma ‘mini Lava Jato’ envolvendo o Presidente do Aeroclube, Rogério Iazaby Lubambo; o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo; os peemedebistas, senador e sócio do aeroclube, José Maranhão e o deputado federal, Manoel Júnior e o dono da construtora Alliance, Eronaldo Marinho.
De acordo com o parlamentar, o suposto acordo envolveria uma permuta entre o terreno do Aeroclube e a área de 18 hectares da Usina São João, em Santa Rita, uma transação orçada em R$ 250 milhões.
“Não acho errado, precisamos tirar o aeroclube dali, fazer uma coisa moderna, mas acho muita coincidência é que as vésperas de uma convenção do PMDB quando estavam oscilando sem saber para onde ir, se reúnam os responsáveis pelo Aeroclube, prefeitura e Maranhão como senador e sócio e decidem sem comunicar a ninguém essa mudança de estratégia da construção do novo Aeroclube. Essa coincidência a população precisa saber e Cartaxo vai ter que vir a mídia dizer o que está acontecendo, o que aconteceu e se estou faltando com a verdade”, disse.
Apesar das graves denúncias, o deputado afirmou que não pode provar, mas continuou afirmando que existe o conceito de uma “mini Lava Jato” em relação a essa transação.
O deputado quer a intervenção do Ministério Público e Polícia Federal. “Hoje está muito bom de descobrir, os delatores tão aí e não podemos estar em João Pessoa sujeitos as mesmas qualificações que passaram nesse país, queremos transparência. Maranhão é um homem sério, tem mostrado durante sua vida política e não é agora que vai entrar em questão duvidosa”, acredita.
No suposto esquema, Tião afirmou que a construtora Alliance “formou a aliança que faltava” entre os grupos políticos e Cartaxo. Para ele é “Caso de Polícia Federal e não de Assembleia ou Câmara”. “Em política vemos até boi voar, quanto mais empreiteiras financiar campanhas”.
Tião afirmou que está fazendo a denúncia e vai esperar a resposta dos acusados para a partir daí partir para saber o que há de verídico. “Se existe algum documento está entre Rogério e a construtora Alliance, as testemunhas estão claramente, mas se a PF e o MP quiser, iniciarei processos e aí estarei disposto a revelar fontes”, garantiu.
A Justiça já havia decidido que a Prefeitura de João Pessoa poderia desapropriar a área em que funciona o Aeroclube da Paraíba para a construção de um parque.
Paraiba.com
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