
O deputado estadual Bruno Cunha Lima (PSDB) denunciou nesta quarta-feira (17), na tribuna da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), a exoneração de policiais pelo governo do Estado.
De acordo com o parlamentar, o último foi um delegado da região da Borborema. “Em um ato sem justificativas, o governo exonerou Danilo da delegacia mais atuante do compartimento da Borborema. Delegacia que ele próprio assumiu, junto com o resto da equipe e fez uma verdadeira devassa no corpo de bandidos de Campina Grande”, disse.
O parlamentar afirmou que o delegado estaria concorrendo a uma chapa para a Associação da Polícia Civil. “Por infortúnio, Danilo escolheu a chapa errada. O governo, como tem feito em quase todas as instituições da Paraíba, lança chapa branca para concorrer nas mais diversas instituições, com a finalidade de exercer o seu modus operandi e extrair vassalagem de quem pode afetar os interesses do governador”.
Bruno Cunha Lima complementou: “É inaceitável que o governo continue com essa perseguição pura e exclusivamente por finalidades políticas. Concursados da polícia civil e militar aguardam há anos uma convocação e porque se colocam contra o Governo do estado ocorre isso”. Ele pediu ao presidente da Comissão de Direitos Humanos da Casa Legislativa, Frei Anastácio (PT), que acompanhe o caso.
Após ouvir o tucano, o deputado estadual Tião Gomes (PSL) rebateu, dizendo que “hoje a Paraíba é séria”. “No tempo de outro governo é que se transferia delegado e polícia como se fosse de brincadeira. Hoje a Paraíba é séria. Acabou-se aquele tempo que soldado de polícia, cabo e delegado era transferido a pedido meu ou de qualquer deputado ou senador. A Paraíba é diferente hoje”.
Tião Gomes também mencionou as críticas feitas por outros parlamentares de oposição em plenário. “Fico estarrecido com as denúncias infundadas trazidas pelos deputados. Com relação ao Museu de Campina Grande, Assis Chateaubriand, quero dizer que é questão de gestão. Se lá há um gestor incompetente que não sabe administrar o dinheiro que o estado manda, é problema de Ricardo Coutinho. Quem é responsável pela UEPB? O reitor, que está gerenciando o dinheiro enviado pelo governo”.
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