
No cenário espontâneo, ou seja, quando não são apresentadas opções de candidatos aos entrevistados, Lula lidera com 22%, seguido de Flávio, com 14%.
Já no primeiro turno estimulado, o petista também aparece à frente de seu principal adversário, com 39% de votos, seis pontos percentuais a mais que o liberal.
A pesquisa também calculou a taxa de aprovação e rejeição dos pré-candidatos. Lula e Flávio Bolsonaro aparecem como as figuras mais conhecidas, mas também as que enfrentam os maiores índices de rejeição, com 53% e 54%, respectivamente.
Outra questão analisada foi o sentimento de “medo” em relação à volta da família Bolsonaro ao poder (44%) e à continuidade de um governo Lula (42%), que apresentou um equilíbrio estatístico ao longo de 2026, indicando que a rejeição mútua continua sendo motor do debate nacional.
Em contrapartida, nomes como Romeu Zema e Ronaldo Caiado demonstram um crescimento gradual no potencial de voto ao longo dos meses, embora ainda enfrentem o obstáculo do desconhecimento por cerca de metade do eleitorado.
A pesquisa, encomendada pela Genial Investimentos, ouviu 2.004 pessoas de 16 anos ou mais, entre sexta (8) e segunda-feira (11). A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o código BR-03598/2026.
Do R7
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